terça-feira, 22 de março de 2011

Preconceito, pra quê?

Compartilhar
Hoje irei relatar uma história e um pensamento que citam todo esse preconceito que a sociedade ao invés de desnutrir, procura alimentar. O mundo que passa por uma regeneração, sofre com essas distinções de credo, raça, nação e cor, tendo todo um conjunto prejudicado, principalmente aos que sofrem por terem seus caminhos fraternos afetados e desestimulados.

Primeira Classe

Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica... e viu que estava ao lado de um... passageiro negro.

Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.

Perguntou a comissária: - Qual o problema, senhora?

Respondeu a senhora: - Não está vendo? Vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra poltrona.

Disse a Aeromoça: - Por favor, acalme-se, infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos alguma disponível.

A comissária se afasta... alguns minutos depois...

- Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica. Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe executiva.

E continuou:

- Temos apenas um lugar na primeira classe.

E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:

- Veja, é incomum que a nossa companhia permita a um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa tão desagradável.

E dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:

- Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois disponibilizamos para o senhor um lugar na primeira classe.

E todos os passageiros próximos, que, estupefados, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.

Mensagem recebida pela internet sem autor identificado
e com citação da Folha de São Paulo, março de 2006.

***

Se soubesse que o mundo se desintegraria amanhã, ainda assim plantaria a minha macieira. O que me assusta não é a violência de poucos, mas a omissão de muitos. Temos aprendido a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas não aprendemos a sensível arte de viver como irmãos.

Martin Luther King

***

E continuemos a seguir em frente com mais esse aprendizado que tendo não somente a intenção de alimentar o nosso mental, mas a nossa essência espiritual ao lidar com tais situações presentes no dia a dia.

2 comentários :

Anônimo disse...

Gostei do tema,da história e dos bebês!
:)
Fernanda Visconti

DedoDedinho disse...

Fico Feliz em saber Fernanda!
Sinta-se sempre a vontade em retornar ao Blog e regar com os seus comentários as Sementes de Luz por aqui plantadas.

Sementes de Luz Plantadas